Guerra

As pipas pilotadas foram para a guerra

As pipas na Primeira Guerra Mundial preencheram o espaço das tecnologias do ar que ainda estavam em desenvolvimento. A ideia era de levantar um homem que poderia inspecionar o campo de batalha e sinalizar as posições inimigas no solo. Eles podiam ser montados e desmontados rapidamente e elevados a várias altitudes.  

Todos os exércitos europeus experimentaram esse sistema antes da Primeira Guerra Mundial e foram muito mais bem-sucedidos do que os americanos. Os americanos nunca usariam diretamente as pipas no campo de batalha por não conseguir uma aplicação estável e sem se expor ao inimigo, mas os alemães e franceses as tinham nas frentes.

Muitas dificuldades fizeram o experimento uma tentativa apenas esporádica, tornando limitados os usos práticos na guerra. O único mecanismo de segurança do piloto era sua equipe no solo e o operador da pipa ainda era uma espécie de alvo.

Após a guerra, o avião tornou as pipas de levantamento de homens obsoletas, pelo menos para fins militares. Feito para levantar pessoas, terminou que elas passaram para a tarefa de fotografia aérea e medição meteorológica

A história de Samuel F. Perkins, por exemplo, mostra as dificuldades que era estabilizar um homem no ar e vender a ideia para o plano militar.

Fontes de pesquisa: Chinook Observer, Wikiwand, HistoryNet, Atlas Obscura.

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