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Bebês pendurados em gaiolas

Foi o Dr. Luther Emmett Holtquem indicou o conceito dos bebês pendurados em gaiolas por uma questão de saúde, ele escreveu sobre “arejar” em seu livro de 1894,  The Care and Feeding of Children (Pdf em inglês)

“O ar fresco é necessário para renovar e purificar o sangue, e isso é tão necessário para a saúde e o crescimento quanto a alimentação adequada”, escreveu ele. “O apetite melhora, a digestão melhora, as bochechas ficam vermelhas e todos os sinais de saúde são vistos.”

A sociedade aproveitou a ideia e a uniu ao aperto nas grandes cidades, tornou-se questão de ter mais espaço para o bebê brincar e se desenvolver melhor.

Muito antes de haver opções comerciais, Eleanor Roosevelt comprou uma gaiola de arame em 1906 para pendurar da janela de sua casa em Nova York para que sua primeira filha, Anna, tirasse um cochilo.

Um produto semelhante aparece no livro de Louis Fischer de 1920, The Health-Care of the Baby, que descreve “um compartimento externo conveniente para dormir prontamente preso a qualquer janela”, chamado Boggins ‘Window Crib.

Em 1922, Emma Read de Spokane, Solicitou uma patente, aqui o manual em inglês [ PDF ], sobre uma “gaiola portátil para bebês”. Porém, foi somente na década de 30 que essas jaulas caíram no gosto das pessoas.

As gaiolas de arame foram presas a prédios de inquilinos e distribuídas para membros de clubes que viviam em prédios altos sem espaço de jardim para arejar seus bebês.

A moda provou ter algum poder de permanência e, em 1953, a British Pathé (vídeo no link) produziu um vídeo promocional cheio de trocadilhos defendendo os benefícios das gaiolas para bebês.

Fontes de pesquisa: Dailymail, Metal Floss, Boing Boing, Messy Ness Chic, Good House Keeping.

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